sábado, 26 de março de 2011
Todo dia é um novo dia.
quinta-feira, 24 de março de 2011
Dia a dia.
Posso estar errada, posso estar enganada em todos os meus pensamentos e conclusões, mas os dias passam e coisas acontecem. O olhar hipnotizante, o toque nas mãos rapidamente, o jeito em que fala (com certo receio), a forma de querer mostrar de longe com o olhar o que está vivendo.
"Tudo na vida é passageiro, um dia tudo acaba. A única coisa que nunca acaba é o Amor Verdadeiro."
Dayane Tavares.
segunda-feira, 21 de março de 2011
Confusão interior.
A vida não é feito de lindos contos de fadas, eles apenas existem em nosso imaginário, mas infelizmente não há. Ela te traz tantas surpresas que muitas vezes você não sabe mais por onde seguir, te deixa em uma confusão sem chão.
Planejamos tanto o futuro, esquematizamos de uma certa forma o presente e achamos que deixamos de lado o passado. Mas e aí, será mesmo que é assim que a ‘banda toca’? Não! Até porque o futuro a Deus pertence e o passado SEMPRE resolve voltar. E o presente? Esse aí, acreditamos que temos em nossas mãos, mas não é assim que acontece na maioria das vezes. Quando menos se espera o impossível acontece.
Passamos por fases que sentimos necessidades diferentes e digo isso com a convicção de uma futura publicitária que tem o dever de despertar a necessidade no público, mas não esquecendo que eu também sinto o desejo de algo. Essa grande vontade pode sufocar quando não se tem o que quer.
Dayane Tavares.
domingo, 20 de março de 2011
A escrita.
Escrever é esquecer. A literatura é a maneira mais agradável de ignorar a vida. A música embala, as artes visuais animam, as artes vivas (como a dança e a arte de representar) entretêm. A primeira, porém, afasta-se da vida por fazer dela um sono; as segundas, contudo, não se afastam da vida - umas porque usam de fórmulas visíveis e portanto vitais, outras porque vivem da mesma vida humana. Não é o caso da literatura. Essa simula a vida. Um romance é uma história do que nunca foi e um drama é um romance dado sem narrativa. Um poema é a expressão de ideias ou de sentimentos em linguagem que ninguém emprega, pois que ninguém fala em verso."
Fernando Pessoa.